Los que hayan visto Pulp Fiction ya sabrán de lo que hablo. En fin, ahí va:
BIG KAHUNA BURGERS
(yields 6 burgers)
2 lbs lean ground chuck or round
4 tbsp Teryaki marinade
6 pineapple slices
6 slices provolone or colby cheese
1 pkg Hawaiian Sweet Buns
Big Kahuna Secret Sauce (see recipe below)Roll ground into 6 balls (approx. 1/3 lb. each). Flatten into patties, and add seasoning/salt and pepper to taste. Pour Teriyaki in large mixing bowl, coat and marinade meat, let sit for 20 mins., then grill over med/high heat to perfection. Add Sauce, pineapple slice (you can also grill those), and cheese (lettuce, tomato, and onions to taste). Now that’s a tasty burger!
BIG KAHUNA SECRET SAUCE
Equal parts ketchup and brown sugar
1 tbsp max mustard (dijon or yellow)Simmer until sugar is melted and ingredients are fully mixed.
Y de regalo, un par de ensayos profundizando más en el tema: The death of God and the Royale with Cheese y Pulp Fiction: Existentialist Counterpoint.



pp (#1) dice:
Em geral não aprecio essas rotulações ‘ismo’, são algo como diretórios ou pastas de arquivos que servem p/ facilitar a memorização e localização, ou resumões como os ‘abstracts’ dos periódicos, os comentários de contra-capa de livros ou os ‘traillers’ de filme, e que se pode ‘puxar’ daqui e ‘esticar’ dali p/ enquadrar um pensador ou sua obra, ou mesmo passar uma imagem distorcida da própria. Quase sempre me irrito com críticas de arte, exceto apenas quando efetivamente descrevem a técnica do autor ou a própria opinião deste sobre sua obra. Filosofia, mais do que tudo parece fadada a este tipo de disputas classificatórias. Enquanto Dostoievsky e seu Ródion, o matador de velhinhas a machadadas de Crime e Castigo, lidam com suas crises existenciais, desesperença e pessimismo retornando a vida social e mesmo ao cristianismo, através da amada; a proposta Nietzcheana é bem outra: de superação desse nihilismo que ele considera como resultante da própria cultura cristã de menosprezo à vida e ao corpo, em detrimento da alma e do céu. Para Nietszche, Schopenhauer seria um pensador característico desse pessimismo no qual o cristianismo desembocaria. Por outro lado as personagens principais da Náusea e da Idade da Razão de Sartre são ambas indivíduos que se isolam socialmente e tentam lidar com suas crises pessoais e seus mundinhos particulares. Acho que Pi é um filme que retrata bem mais acuradamente essas questões existenciais e de fé do indivíduo humano.
29/05/2005, 18:44Mas, de fato, não me recordo se assisti Pulp Fiction por inteiro, lembro apenas da famosa cena da dança da Uma e John (como se sabe as trilhas musicais do Tarantino são parte importante do mérito dos seus filmes, sendo marcantes nas suas narrativas) e de cenas c/o Bruce Willys (sendo suspeita pq. amo esse ator com o seu ‘eterno’ sorriso irônico e olhar triste – minha efeméride -, e mal posso esperar para revê-lo num grande acontecimento cinematográfico deste ano: Sin City).
Mas de Jackie Brown e Kill Bill acho que se pode tomar como características de Tarantino o seu gosto por filmes de kung-fu, de westerns ‘espaguete’ italiano, de filmes policiais dos 70′ (estilo Charles Bronson), e quadrinhos policiais, dos quais ele faz uma releitura ‘carregada nas tintas’ do formato desses tipos de filmes, levados quase ao extremo da paródia. Algo como um tributo bem-humorado que contrabalança
as altas doses de violência e crueza das misérias individuais humanas narradas.
(Pff, acabei fazendo o que eu disse detestar, mas creio que perdoável se considerado como mera opinião pessoal, sem qualquer pretensão a ser uma ‘análise’ ou ‘crítica’ da obra… ).