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	<title>Comentarios en: Me meo toa</title>
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		<title>Por: pp</title>
		<link>http://rinzewind.org/archives/2005/03/12/me-meo-toa/#comment-5031</link>
		<dc:creator>pp</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Mar 2005 17:53:10 +0000</pubDate>
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		<description>Por estas terras tupiniquins, já há coisa de alguns anos (ao menos qdo. cursei as cadeiras pedagógicas comum a todos os cursos de licenciatura, na dec. 90) tivemos q. tolerar ler artigos sobre pedagogia, psicologia da educação e outras áreas das ditas &#039;humanidades&#039;, escritos na forma considerada como &#039;politicamente correta&#039; por alguns paranóicos do &#039;gênero&#039; e ditas &#039;feministas&#039;, por ex.: &quot;os(as) professores(as) que tiverem alunos(as) portadores(as) de &#039;necessidades especiais&#039;*...&quot;. 
Veja-se o ridículo e o truncamento na leitura de um texto escrito assim cheio de parênteses p/ indicar o gênero/ sexo feminino. E pior, se fosse p/ uma mulher (ou qualquer pessoa q. se considere como tal) se sentir excluida por bobagens como estas, creio q. até teria maior motivo p/ se sentir assim por ser posta em 2ºlugar e entre ( )- o q. seria também bastante ridículo. E vá se discutir coisas assim enquanto milhões de crianças morrem de fome e adultos (os/as, indiscriminadamente) permanecem analfabetos ou não tem acesso a livros, jornais, www. ou qualquer meio escrito.
Felizmente a mirabolância não vingou p/ a mídia impressa e restringe-se a uma parte do meiozinho acadêmico, por aqui já suficientemente questionada por seus modismos como: adoção de &#039;foucaultianismos&#039; de 2ª e 3ª mãos, &#039;análise do discurso&#039; (entenda-se por isso: ouvir e reproduzir o &#039;papo-furado&#039; de meia-dúzia de individuos sem fazer qualquer análise séria da situação ou elaborar propostas e medidas p/ tentar resolver os problemas eventualmente apontados por aqueles), e o mais &#039;fashion&#039;: &#039;estudo de gêneros&#039;. 
Imagine-se ainda ir ao cinema e ter q. ler as legendas escritas assim (felizmente, por aqui os filmes estrangeiros são todos legendados, exceto os infantis e as banalidades p/ &#039;aborrecentes&#039;, mas q. chegam às salas nas duas opções, dublado ou legendado).
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Nota *: &quot;portador de necessidades especiais&quot; é um eufemismo dito politicamente correto p/ quem possui alguma &#039;deficiência&#039; fisica ou mental, tendo o termo &#039;deficiência&#039; sido considerado banido por ser considerado pejorativo, excludente, etc. Assim como ocorreu c/ &#039;negros&#039; e &#039;brancos&#039; que agora, no rastro dos EUA, vêm sendo substituidos por &#039;afro-americano&#039; ou &#039;afro-
brasileiro&#039; e &#039;caucasiano&#039; (sempre terá sua graça um WASP estadunidense se autodenominando de &#039;caucasiano&#039;...). Como se a mera troca de termos/expressões bastasse para tornar uma sociedade mais tolerante e inclusiva, quando o q. se vê nos grandes centros urbanos é a fragmentação em grupinhos (&#039;tribos&#039;) fechados com seus &#039;ritos&#039; e &#039;maneirismos&#039; (gestual, trajes e pinturas) próprios e menosprezo aos demais. E se aquela mudança terminológica resolvesse por si só, os EUA seriam a nação mais democrática, humanista e tolerante do mundo formada por uma sociedade unida composta por cidadãos capazes de respeitar as diferenças e os valores alheios (tudo o q. eles não são e não fazem), como muito bem mostrado no episódio de Natal em South Park.  
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OBS: em português, como na maioria das línguas neo-latinas a forma do masculino serve p/ grupos de ref. q. reúnam individuos de ambos os sexos, indiscriminadamente, sendo usada como um plural &#039;misto&#039;, ou uma forma &#039;unisex&#039; ou &#039;neutra&#039; de ref.)
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Args, me extendi novamente, vou parar de enviar essas maçadas de comentários.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Por estas terras tupiniquins, já há coisa de alguns anos (ao menos qdo. cursei as cadeiras pedagógicas comum a todos os cursos de licenciatura, na dec. 90) tivemos q. tolerar ler artigos sobre pedagogia, psicologia da educação e outras áreas das ditas &#8216;humanidades&#8217;, escritos na forma considerada como &#8216;politicamente correta&#8217; por alguns paranóicos do &#8216;gênero&#8217; e ditas &#8216;feministas&#8217;, por ex.: &#8220;os(as) professores(as) que tiverem alunos(as) portadores(as) de &#8216;necessidades especiais&#8217;*&#8230;&#8221;.<br />
Veja-se o ridículo e o truncamento na leitura de um texto escrito assim cheio de parênteses p/ indicar o gênero/ sexo feminino. E pior, se fosse p/ uma mulher (ou qualquer pessoa q. se considere como tal) se sentir excluida por bobagens como estas, creio q. até teria maior motivo p/ se sentir assim por ser posta em 2ºlugar e entre ( )- o q. seria também bastante ridículo. E vá se discutir coisas assim enquanto milhões de crianças morrem de fome e adultos (os/as, indiscriminadamente) permanecem analfabetos ou não tem acesso a livros, jornais, www. ou qualquer meio escrito.<br />
Felizmente a mirabolância não vingou p/ a mídia impressa e restringe-se a uma parte do meiozinho acadêmico, por aqui já suficientemente questionada por seus modismos como: adoção de &#8216;foucaultianismos&#8217; de 2ª e 3ª mãos, &#8216;análise do discurso&#8217; (entenda-se por isso: ouvir e reproduzir o &#8216;papo-furado&#8217; de meia-dúzia de individuos sem fazer qualquer análise séria da situação ou elaborar propostas e medidas p/ tentar resolver os problemas eventualmente apontados por aqueles), e o mais &#8216;fashion&#8217;: &#8216;estudo de gêneros&#8217;.<br />
Imagine-se ainda ir ao cinema e ter q. ler as legendas escritas assim (felizmente, por aqui os filmes estrangeiros são todos legendados, exceto os infantis e as banalidades p/ &#8216;aborrecentes&#8217;, mas q. chegam às salas nas duas opções, dublado ou legendado).<br />
&#8212;<br />
Nota *: &#8220;portador de necessidades especiais&#8221; é um eufemismo dito politicamente correto p/ quem possui alguma &#8216;deficiência&#8217; fisica ou mental, tendo o termo &#8216;deficiência&#8217; sido considerado banido por ser considerado pejorativo, excludente, etc. Assim como ocorreu c/ &#8216;negros&#8217; e &#8216;brancos&#8217; que agora, no rastro dos EUA, vêm sendo substituidos por &#8216;afro-americano&#8217; ou &#8216;afro-<br />
brasileiro&#8217; e &#8216;caucasiano&#8217; (sempre terá sua graça um WASP estadunidense se autodenominando de &#8216;caucasiano&#8217;&#8230;). Como se a mera troca de termos/expressões bastasse para tornar uma sociedade mais tolerante e inclusiva, quando o q. se vê nos grandes centros urbanos é a fragmentação em grupinhos (&#8216;tribos&#8217;) fechados com seus &#8216;ritos&#8217; e &#8216;maneirismos&#8217; (gestual, trajes e pinturas) próprios e menosprezo aos demais. E se aquela mudança terminológica resolvesse por si só, os EUA seriam a nação mais democrática, humanista e tolerante do mundo formada por uma sociedade unida composta por cidadãos capazes de respeitar as diferenças e os valores alheios (tudo o q. eles não são e não fazem), como muito bem mostrado no episódio de Natal em South Park.<br />
&#8212;<br />
OBS: em português, como na maioria das línguas neo-latinas a forma do masculino serve p/ grupos de ref. q. reúnam individuos de ambos os sexos, indiscriminadamente, sendo usada como um plural &#8216;misto&#8217;, ou uma forma &#8216;unisex&#8217; ou &#8216;neutra&#8217; de ref.)<br />
&#8212;<br />
Args, me extendi novamente, vou parar de enviar essas maçadas de comentários.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Su</title>
		<link>http://rinzewind.org/archives/2005/03/12/me-meo-toa/#comment-5000</link>
		<dc:creator>Su</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Mar 2005 10:12:26 +0000</pubDate>
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		<description>En mi pueblo a esto se le llama mearse-fuera-el-tiesto</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>En mi pueblo a esto se le llama mearse-fuera-el-tiesto</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: O recuncho de Suso</title>
		<link>http://rinzewind.org/archives/2005/03/12/me-meo-toa/#comment-4981</link>
		<dc:creator>O recuncho de Suso</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Mar 2005 01:26:51 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;strong&gt;No me lo puedo creer&lt;/strong&gt;

Tras leer en el weblog de Chema un extracto sobre este glorioso artículo de Arturo Pérez Reverte, pensé que no podía ser cierto, que todo tiene un límite, y que en CCOO no se atreverían a publicar un documento tan ridículo sobre el uso de los géneros e...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><strong>No me lo puedo creer</strong></p>
<p>Tras leer en el weblog de Chema un extracto sobre este glorioso artículo de Arturo Pérez Reverte, pensé que no podía ser cierto, que todo tiene un límite, y que en CCOO no se atreverían a publicar un documento tan ridículo sobre el uso de los géneros e&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Unoquepasa</title>
		<link>http://rinzewind.org/archives/2005/03/12/me-meo-toa/#comment-4957</link>
		<dc:creator>Unoquepasa</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Mar 2005 16:09:31 +0000</pubDate>
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		<description>A lo mejor me meto donde no me llaman, pero ¿no es mas sexista aun al intentar separar ambos sexos al hablar? Vamos al separar la poblacion (o el colectivo que sea) en dos en vez de como un todo. No se si me explico. Seria como en vez de decir personas, dijeramos personas heterosexuales y personas homosexuales, como si el hecho de ser de una inclinacion u otra te excluyera del otro tipo de persona. A lo mejor no se me entiende, pero bueno, soy feliz :D.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A lo mejor me meto donde no me llaman, pero ¿no es mas sexista aun al intentar separar ambos sexos al hablar? Vamos al separar la poblacion (o el colectivo que sea) en dos en vez de como un todo. No se si me explico. Seria como en vez de decir personas, dijeramos personas heterosexuales y personas homosexuales, como si el hecho de ser de una inclinacion u otra te excluyera del otro tipo de persona. A lo mejor no se me entiende, pero bueno, soy feliz :D.</p>
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